Vale a leitura

por Luis Borges 6 de Janeiro de 2018   Vale a leitura

Desemprego na família

As coisas que acontecem com os outros podem também acontecer com as nossas famílias e nas mais variadas situações. Muitos são os casos que surgem de maneira surpreendente e nem sempre encontram as pessoas preparadas para enfrentá-los. Uma situação que acaba mexendo muito com as pessoas de uma família ou mesmo com aquelas que vivem sozinhas está ligada ao desemprego, que afeta 12,7 milhões de brasileiros segundo os dados do IBGE para o mês de outubro. Qual é a melhor maneira de participar e contribuir com a pessoa que está desempregada sem ser invasivo? O desafio é grande e nada fácil de ser vencido. É o que aborda Juliana Carpanez no artigo “Um desempregado na sala: como lidar com a demissão de alguém próximo?”, publicado pelo portal UOL.

“Para Maria Eduarda Silveira, gerente de negócios da empresa de recrutamento Robert Half, é importante falar em casa sobre o desemprego – mas não só sobre isso e com cuidado na abordagem. O ideal é não pressionar nem cobrar muito, para não aumentar a pressão, a ansiedade e o nervosismo que essa situação já causa. Tenha empatia para ouvir, entender e se colocar no lugar da pessoa desempregada”.

Aplicações financeiras

A inflação caiu e, com ela, a taxa Selic, que é a balizadora dos juros pagos por muitas aplicações financeiras disponíveis no mercado. Conhecer bem as regras do jogo é fundamental para o aplicador, seja ele conservador, moderado ou apostador. Pagamento de Imposto de Renda sobre os rendimentos, taxa de administração da corretora de valores, período de duração da aplicação com o respectivo tempo mínimo de carência para o resgate e quantidade de dinheiro a ser aplicado são fatores básicos para se tomar a decisão sobre em que papel aplicar. Marcia Dessen mostra isso com muita clareza no seu artigo “Liquidez é o critério mais importante para avaliar investimento“.

 “Quando comecei a estudar os princípios de investimentos, aprendi que existe um tripé que sustenta a decisão do investidor quando examina as alternativas disponíveis em busca da aplicação mais adequada: segurança, rentabilidade e liquidez. Aprendi também que esses atributos não andam juntos; quando o investidor privilegia um, abre mão de outro”.

Juntos e distantes

Você já passou por uma situação em que uma conversa amena com um amigo, amiga ou colega de trabalho vira, de repente, uma enorme reclamação ou queixa de um relacionamento amoroso, por exemplo? Em caso afirmativo, qual foi a sua postura? Pelo que percebo a frequência de situações como esta tende a aumentar diante da conjuntura de tantas mudanças rápidas, de novas necessidades que se colocam e diante de muitas expectativas que são maiores que a realidade. Mirian Goldenberg aborda o tema em seu artigo “Você também sofre com a solidão a dois?”.

Uma professora de 43 anos disse que sofre com a “solidão a dois”:

“Ele chega e vai direto para o computador, nem me dá um beijo ou um abraço. Simplesmente me ignora, eu me sinto invisível. Ele destruiu minha autoestima. Não me conta como foi o dia dele, não pergunta como foi o meu. Faço tudo sozinha, ele não gosta de sair de casa, ir ao cinema, jantar fora, viajar. Dizem que é impossível ser feliz sozinha, mas eu acho que a pior solidão é a solidão a dois.”

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