Uma constatação muito comum para diversas pessoas ao longo de um certo período de tempo, um mês por exemplo, é que o dinheiro no caixa pessoal ou familiar não foi suficiente para bancar todos os gastos e investimentos. Quem consegue observar e analisar as causas desse fenômeno bem como o processo que o gera pode ter boas surpresas. Entre elas podem estar causas como a falta de planejamento, o consumo impulsivo (ou quase doentio), o passo maior que a perna, a manutenção de uma aparência enganosa, um gasto inesperado com a saúde ou com a manutenção da moradia, o desemprego e assim por diante.

O que nem todos conseguem observar e perceber é o quanto se perde e se joga fora pelo ralo em desperdício explícito. Segundo um dos fundamentos da gestão, “quem não mede não gerencia e quem não controla também não gerencia” embora gerenciar não seja apenas controlar.  Será que os gastos de uma família de 2, 3 ou 4 pessoas com alimentação, higiene, limpeza medicamentos e lazer são medidos? No mínimo isso vai ajudar a verificar se o que foi gasto ficou nos limites do orçamento ou acabou indo muito além do previsto. Nesse caso é preciso encontrar as causas da diferença. Será que cotidianamente sobra comida no jantar, frutas se perdem ou o pão amanhecido não vira torrada e vão todos para o lixo? E o que dizer da não percepção de uma torneira pingando uma gota d’água durante dias, do excesso de lâmpadas acesas como se a residência fosse um palácio encantado?

Outro ponto que frequentemente fica negligenciado é o de contratos de telefone fixo, celular, internet e tv a cabo. O que foi assinado 5 anos atrás e nunca mais foi renegociado pode esconder uma perda desnecessária de dinheiro. Vale perder alguns minutos – ou horas – na conversa com o operador de telemarketing para renegociar as condições e valores e economizar.

Se os detalhes é que decidem, como enxergar as perdas advindas de um singelo e fraterno encontro com um grupo de amigos ou de familiares também amigos nas mesas de um bar ou restaurante? Na hora de se fazer os pedidos de bebidas e alimentos cada um pede o que quer, independente do preço. Só não se conversa como será dividida a conta. A prática mais comum nessas ocasiões é simplesmente se fazer a divisão da conta pelo número de participantes do encontro, independente da quantidade consumida individualmente. Assim, os que consomem menos pagam pelos que consomem mais, o que pode até causar um rombo no orçamento individual ou familiar em função da magnitude da conta.

Diversos outros exemplos de desperdícios que podem gerar perdas e comprometer os orçamentos de gastos devem ser lembrados aqui. Basta um pouco de esforço para tentar verificar como e em que foi gasto o dinheiro do orçamento. Infelizmente ainda faltam muita disciplina, método, foco e priorização para aquelas pessoas que não conseguem entender ou explicar o que está acontecendo com elas no plano financeiro.

Será que o que foi narrado aqui só se aplica aos outros ou, de repente, alguns dos aspectos mostrados podem até te ajudar a melhorar?

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No meu país

por Luis Borges 20 de novembro de 2017   Música na conjuntura

Faltam 34 dias para o Natal mas sua chegada já tem muitos sinais visíveis nos centros comerciais e na propaganda intensiva em diversas mídias. Celebrar um nascimento especial mobiliza os cristãos, o que acaba trazendo em sua movimentação também muitos não cristãos.

Fico pensando como será para os brasileiros a preparação da árvore de Natal e que expectativas nela serão colocadas. Afinal de contas as percepções que temos encontrado nesses últimos tempos quase nos obrigam a sonhar com dias muito melhores. Sei que as condições continuam bastante adversas, que vale tudo pelo poder – inclusive comprar a permanência nele, que reina muita apatia e muita vontade de deixar tudo pra lá em nome da sobrevivência.  Também acaba sendo obrigatório o convívio com as redes sociais, num ambiente de vigilância, pancadaria e sem que a verdade seja necessariamente um requisito fundamental.

Será que teremos um Advento a nos preparar para 2018, com eleições gerais, ou ficaremos desunidos e polarizados em nome das nossas verdades, enquanto o poder continuará nas mãos de sempre, mas apenas dividido entre poderosos antigos e poderosos novos.

O fato é que minha árvore de Natal balança, mas não sei se terá força suficiente para se somar a outras forças e ajudar a derrubar os problemas. Querer é a primeira condição, mas é preciso organizar o querer de cada um em busca de um grande bem querer. Um acalanto para nos ajudar a ter forças para prosseguir em nossos intentos pode vir da música No meu país, cantada por Zélia Duncan e Xande de Pilares, que também são os autores da letra.

No meu país
Fonte: Letras.mus.br 

No meu país um dia desses tem que chover
Chuva de paz e amor, um dia eu vou ver
O meu país tá precisando se resolver
Se vai olhar pro futuro ou envelhecer

No meu país um dia desses tem que chover
Chuva de paz e amor, tudo pra valer
O meu país tá precisando se resolver
Se vai olhar pro futuro ou envelhecer

Se vai cuidar da criançada ou vai mandar prender
Se vai ser bruto ou mandar flores pra surpreender
Se vai olhar naquele espelho e se reconhecer
Ladeira acima sem ter medo, lindo de morrer

Indo à luta pra vencer
Rindo, lindo de morrer
Hora de querer, hora de acertar
Hora de ser forte pra sobreviver

Igualdade pra sonhar
Quem não quer melhor viver
Hora de querer, hora de acertar
Hora de ser forte pra sobreviver

Quem não quer melhor viver
O povo tá querendo ver
Hora de querer, hora de acertar
Hora de ser forte pra sobreviver

Hora de querer, hora de acertar
Hora de ser forte pra sobreviver
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A tarde começava a cair na terça-feira 31 de outubro quando Roberto Márcio, amigo de quase quatro décadas, me informou pelo telefone que sua esposa Lídia Batista acabara de falecer. Do início do namoro até aquele momento passaram-se 45 anos de uma permanente construção a dois que nos legou, por exemplo, os filhos Rafael e Fernanda. Fiquei surpreso e perplexo, enquanto lágrimas caíam diante de tamanha perda, por se tratar de uma amiga com quem eu e Cristina sempre cultivamos uma amizade marcada pela presença efetiva. Não se tratava de uma amizade meramente registrada em cartório, a fazer parte de um rol de amigos que nunca acham tempo para se encontrar ou polir as amizades.

Uma característica marcante do jeito Lídia de ser era a firmeza na defesa de seus pontos de vista, mas sem necessariamente querer fazê-los prevalecer de qualquer maneira. Ela sabia deixar a cena para aguardar um outro momento mais oportuno para continuar tentando construir a hegemonia daquilo em que acreditava.

Quero destacar aqui três aspectos que a passagem da amiga trouxe para a minha reflexão e imagino que para algumas outras pessoas também.

O primeiro aspecto é relativo à surpresa que o comunicado do falecimento causou às pessoas do seu convívio pessoal e profissional em diferentes épocas. Ouvi gente perguntando por que ninguém, exceto sua família, soube o que estava acontecendo nos últimos meses em relação à sua saúde. Entendi perfeitamente a diretriz dada pela amiga e que foi plenamente cumprida pela família. Dá para imaginar a energia que foi poupada por não ter sido necessário ficar divulgando boletins médicos ou respondendo às mensagens de WhatsApp, tanto das pessoas solidárias quanto daquelas que só querem saber da novidade do último minuto. Realmente tudo é muito cansativo, principalmente num momento que exige muita temperança e conservação de energia para o enfrentamento da adversidade.

O segundo aspecto a destacar é sobre o posicionamento que as pessoas têm hoje em relação à destinação de seus corpos após o óbito. No caso de Lídia Batista a opção foi pela cremação e colocação das cinzas no jazigo da família. Essa decisão acaba suscitando uma pergunta que vai se tornando cada vez mais frequente com o passar do tempo: quando for a sua hora você vai querer o “forno” ou as bactérias para fazer a decomposição de seu corpo? Pelo que percebo a via bacteriana é a que mais prevalece, inclusive sob o argumento de ser um caminho natural. Eu continuo optando pela cremação com as cinzas sendo lançadas no Rio São Francisco.

O último aspecto é a constatação de que é cada vez maior o número de pessoas afirmando que só estão encontrando os amigos em velórios e com frequência cada vez maior, pois o seu universo de amizades tem muita gente na faixa dos 60 anos ou mais. Vale realçar o discurso de muitos dizendo que “é preciso fazer um encontro da turma enquanto há tempo”. Aliás, ouço muito isso também em festas de aniversário de nascimento de alguns dessa mesma turma. Tanto num quanto no outro ambiente não há boas condições para se conversar mais detidamente. Acredito que o maior desafio é encontrar quem tenha a iniciativa de propor e de fazer acontecer esses encontros. A continuar só no discurso sobrará apenas o encontro no velório enquanto houver vida.

E você, o que pensa de tudo isso?

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Espero que os observadores mais atentos das hortas e pomares de Minas Gerais já tenham percebido a presença marcante das jabuticabas nesta primavera. Esses frutos decorrem da floração ocorrida nos meses de julho e agosto. Após essa primeira safra teremos novas florações nos meses de novembro e dezembro, que formarão uma segunda safra a ser colhida em janeiro e fevereiro, na plenitude do verão.

Foto: Marina Borges

A jabuticaba é considerada uma fruta típica do Brasil e está presente em grande parte de seu território. Em Minas Gerais são bastante lembradas as jabuticabeiras da cidade histórica de Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, que tem um festival anual da fruta, neste ano marcado para os dias 17 a 19 de novembro. Os apaixonados pela frutinha podem alugar um pé de jabuticaba durante o festival e degustar jabuticabas direto da fonte.

Foto: Sofia Magela

Quem passa pelas rodovias também encontra jabuticabas sendo vendidas às suas margens como, por exemplo, na BR-356 que liga Belo Horizonte a Ouro Preto. Bom seria também ser convidado por uma pessoa amiga para chupar jabuticabas direto no pé existente em seu quintal ou seu pomar. Ou também receber diretamente em casa uma certa quantidade trazida pelo amigo numa cordial visita.

As fotografias deste post mostram jabuticabeiras que encantam os quintais de duas residências neste mês de novembro. E como estão saborosas!

Foto: Marina Borges

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Se pensata é um pensamento que se registra numa espécie de ata, faz-se necessário registrar neste momento alguns sonhos e propósitos relativos aos temas que surgem em minha mente sempre aguçada.

Pela lei brasileira estou passando pelos primeiros dias do 4º ano de minha fase idosa da vida, pois completei 63 anos de idade no último dia 24 de outubro. Não fico matutando sobre quantos anos se passarão para que meu curso da vida chegue ao fim, mas tenho conhecimento de que a atual expectativa média de vida dos brasileiros está em torno de 77 anos segundo o IBGE.

Entre os muitos cumprimentos que recebi pelo aniversário, num deles chamou minha atenção a pergunta direta, sem rodeios, feita por um amigo. Ele me perguntou como eu imaginava – ou gostaria que fosse – o final de minha passagem pela Terra nessa encarnação. Respondi sem pestanejar que espero ter o merecimento de ser desligado deste plano de maneira repentina e na plenitude de minha autonomia, mesmo que a independência esteja limitada por alguma restrição nas condições funcionais. Seria como um passarinho que estivesse cantando e, de repente, parasse de cantar para sempre.

Se não for o caso desse tipo de merecimento, e se eu pudesse fazer uma segunda opção, seria recebendo apenas cuidados paliativos em todas as suas dimensões, ainda que numa clínica especializada, poupando ao máximo os queridos familiares e amigos, mas sem nenhuma obsessão terapêutica em prol de uma cura que se assemelha a um ponto extremamente fora de qualquer curva.

O amigo ficou um pouco assustado com a clareza e a instantaneidade das minhas respostas, dizendo que também sonhava em ter o merecimento de partir de repente para não sofrer muito e também para não dar muito trabalho às pessoas que o cercam. Acabamos nos despedindo concordando que precisamos conversar mais sobre a finitude da vida e como poderemos melhor elaborar nossos posicionamentos diante de um fato inexorável e do qual não teremos como desviar, talvez só gerenciar para adiar.

E você, já gastou algum tempo para pensar na finitude da sua vida?

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Vale a leitura

por Luis Borges 6 de novembro de 2017   Vale a leitura

Vida de desempregado

O cantor e compositor Chico Buarque diz, em sua música “Roda Viva”, que “a gente vai contra a corrente até não poder resistir, na volta do barco é que sente o quanto deixou de cumprir”. Quem não acredita ou não consegue se planejar e agir para viver de maneira sustentável na fase idosa da vida pode ter surpresas que nem sempre imaginamos.

Um caso bem ilustrativo dessa situação é contado pelo jornalista Ricardo Kotscho em seu artigo Vida de desempregado, publicado no Blog do Gérson.

Sempre fui empregado, nunca tive negócios ou outras rendas fora do salário.
O que ganho de aposentadoria do INSS mal dá para pagar o plano de saúde.
Então, não tem outro jeito: depois de uma breve folga na Semana da Criança para curtir os netos na praia, comunico à praça que estou de volta ao mercado, como se diz.
Qualquer trabalho honesto na minha área me interessa.

Explicitando uma ideologia

O que está explícito ou escondido num conjunto de ideias que dão suporte à ideologia, a um indivíduo ou a um grupo social? Que formas de atuação podem ser usadas para construir a hegemonia de uma ideologia? Leonardo Boff mostra a sua visão no artigo A ideologia é como a sombra: sempre nos acompanha.

Cada grupo social ou classe projeta uma ideologia, uma visão geral das coisas. A razão é que a cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. Se alguém tens os pés na favela, tem uma certa ideia de mundo e de sociedade. Se alguém tem os pés num apartamento de luxo junto à praia, tem outra ideia do mundo e da sociedade. Conclusão: não só o indivíduo, mas também cada grupo social ou classe, inevitavelmente elaboram sua visão da vida e do mundo a partir de seu lugar social.

Nem todas as amizades serão duradouras

Qual é o tempo de duração de uma amizade entre duas pessoas? Qual é a dosagem de presença necessária de cada uma das partes para gerenciar e oxigenar os sentimentos que se tem? Sempre será possível manter uma amizade mais antiga, desfazer-se de outras e encontrar novas possibilidades, mas essencialmente tudo depende de nós e de nossas percepções sobre o valor que a amizade tem para nós, inclusive em função das circunstâncias em que surgiu ou em que perderam o sentido. Eugênio Mussak aborda a amizade em seu artigo As rolinhas, publicado pela revista Vida Simples.

Minha crença é de que não devemos perder nenhuma oportunidade de fazer mais um amigo. É claro que serão muito variadas as intensidades entre as amizades que fazemos ao longo da vida, mas isso não importa. É muito gostosa a sensação de saber que existe alguém que lembra de você com um sentimento bom, ainda que fugaz.

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Lé com lé

por Convidado 5 de novembro de 2017   Convidado

por Sérgio Marchetti *

Diante do momento que estamos passando, cujas circunstâncias estão representadas pela sigla VUCA (originada do vocabulário militar americano no final dos anos 90), que representa mudanças, volatilidade (volatility), incerteza (uncertainty), complexidade (complexity) e dúvidas, ambiguidade (ambiguity), creio que seja oportuno fazer a roda parar, pois em movimento não há como refletir com profundidade sobre nosso futuro.

Com todos esses dilemas contemplados na sigla e, talvez como consequência deles, grande parte da população parece ter perdido a razão propriamente dita. As pessoas estão mergulhadas num mar bravo, lutando contras as ondas de violência, crueldade, corrupção e excesso de liberdade que, ao que parece, vão nos afogar.

O desequilíbrio abala nosso emocional e, em descontrole, nos tornamos vítimas de neuroses, vícios, manias e da Síndrome de Burnout. Perdemos o senso de adequação e, por essa razão, assistimos, por exemplo, aos debates entre pessoas que defendem a nudez como arte, e aqueles que combatem aquela tese. Mas, como tudo é relativo, as cabeças pensantes poderiam, além da noção de local, tempo, espaço e público, ter também o bom senso para avaliar que, num país cujo número de estupros e assédios sexuais é dos mais elevados do mundo, talvez fosse prudente evitar estímulos dessa natureza. Não me agridam, é só um comentário sugestivo sem aprofundar no tema e nas causas.

De qualquer maneira, se queremos surfar na onda da liberdade, deveríamos saber o que significa esta palavra. Há entendimentos e atitudes completamente distintos e, no ímpeto de ser livre, comete-se o equívoco da devassidão. Gente! Repito. Estamos no Brasil, isso mesmo, num país de milhões de pessoas que não sabem sequer escrever o próprio nome. Falta-lhes discernimento. Vejam o número de grávidas nas classes menos favorecidas que foram vítimas do padrasto, do pai, do irmão, dos tios…

Até o Nelson Rodrigues era a favor de resguardar a nudez para não tirar a fantasia que a curiosidade traz. Ele detestava o biquíni.

Do que estou falando? Deixe-me dar um exemplo, paciente leitor. Acho que devo me explicar. Estou falando de equilíbrio. Sei que nunca tivemos tanta liberdade e informação como temos hoje. Que ótimo. Mas também, nunca testemunhamos um momento com tantos problemas de comunicação. Uma mulher que vai para o escritório vestida de biquíni pode ser chamada de louca (ou de artista)? Um homem de terno entrando no mar de Ipanema também pode receber os mesmos rótulos. Mas a mulher de biquíni entrando no mar e o homem de terno indo para o escritório são coisas perfeitamente adequadas. É isso que está faltando.

Qual o problema de usar um traje “passeio completo” numa festa clássica? Tem pessoas que querem ir de bermuda. Tenham dó. Isso não é ser evoluído. É brega mesmo. É desrespeito aos anfitriões. Cada coisa no seu canto, pois no mundo do “tudo pode” o que impera é a desordem.

Não podemos confundir assédio, agressão, imposição com liberdade e arte. Só falta dizer que o bandido tem o direito de me assaltar e que não podemos tolher sua liberdade. Chega de absurdos. Devemos conter essa pandemia de insensatez que pseudo representantes da arte e do povo querem fazer parecer natural. O desequilíbrio está estampado nas atitudes e na sociedade em geral. Ninguém está satisfeito com nada, nem consigo mesmo.

Precisamos nos vacinar contra a insensatez, essa doença que maltrata a arte, descontrola a mente das pessoas, confunde desonestidade com esperteza e provoca delírios.

Vacine-se aqui.

* Sérgio Marchetti é educador, palestrante e professor. Possui licenciatura em Letras, é pós-graduado em Educação Tecnológica e em Administração de Recursos Humanos. Atua em cursos de MBA e Pós-Graduação na Fundação Dom Cabral, B.I. International e Rehagro. Realiza treinamentos para empresas de grande porte no Brasil e no exterior. www.sergiomarchetti.com.br.

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