Explode coração

por Convidado 5 de março de 2026   Convidado

* por Sérgio Marchetti

Dia desses, um cliente da mentoria me confidenciou que estava depressivo e que talvez seu atual estado o impedisse de acreditar na solução de tantos problemas que assolam o Brasil.

Fiquei preocupado com sua desesperança, mas disse a ele que a crise de caráter e a corrupção afetam as mentes das pessoas de bem.

Horas depois, refletindo melhor, já solitário em meu canto, me lembrei do conto de Machado de Assis: “O Alienista”. Lá, naquelas ricas páginas, um médico psiquiatra, depois de internar toda a população do lugar, concluiu que o louco era ele; por ser o único que não tinha hábitos e costumes estranhos.

O conto Machadiano me faz pensar que os honestos, aqui nesta terra de Cabral, correm o risco de serem considerados “idiotas” e merecerem o cárcere.

Mas, voltando a mim, recolhendo-me à minha insignificância, consigo entender o que aconteceu com meu cliente e, de sobra, compreendi o que acontece com as pessoas neste momento do mundo, ou melhor me situando, do Brasil.

Não somos loucos. Apenas não conseguimos conviver com o “absurdo” e, considerando a impotência para conter tanta audácia, acabamos adoecendo.

Contextualizando, em 2025 tivemos um aumento expressivo de afastamentos por saúde mental. Foram mais de 546 mil. Nosso país lidera o ranking na América Latina em casos de ansiedade e depressão. Os afastamentos por síndrome de burnout cresceram exponencialmente, atingindo quase 500% entre 2021 e 2024.

imagem ilustrativa gerada com auxílio de inteligência artificial

O Brasil está em coma por falência de órgãos. A população está doente, as mentes confusas, os pensamentos perdidos e a vergonha reprimida por compactuar com tanta ilegalidade. A ética morreu atropelada. A verdade foi suprimida de nosso dicionário. O rei está nu. Mas toda nudez será perdoada.

Não somos cidadãos. Somos vítimas de escolhas equivocadas.

É preciso aceitar os erros. Afinal, errar é humano. Mas é necessário ter humildade e coragem para corrigi-los.

O que é pior, nesse vergonhoso e lamentável contexto, é o fato de sabermos de onde vem tanto desvio de conduta (para usar um eufemismo).

A esperança, mesmo sendo a última que morre, agoniza em berço esplêndido.

Rui Barbosa, com sua cabeça grande de gênio, não conheceu a verdadeira face da “desonestidade lícita” e da justiça sem a venda nos olhos. Teria, hoje, ainda mais vergonha de ser honesto.

Prevalece, no aqui e agora, um estado de estagnação coletiva. Nenhum pensador, de qualquer tempo, compreenderia, filosoficamente, os caminhos tortuosos que homens ditos “inteligentes” escolheram.

Há um requinte de crueldade no ar.

David Hume, Auguste Comte e Schopenhauer, para citar alguns filósofos, defendiam respectivamente a virtude moral, o altruísmo, a moralidade e, o último, a compaixão.

Infelizmente, nada do que vemos no mundo real reflete a ideia de humanização pregada por eles.

Esse cenário incerto e insidioso se repete nas organizações, nas quais os dirigentes – muitos de caráter duvidoso – usam “parceiros” de boa fé para os trabalhos mais difíceis, abusando de sua prestatividade e gratuidade. Porém, quando surgem as melhores oportunidades, os escolhidos, em detrimento dos “parceiros”, são pessoas que têm alguma influência ou podem gerar status aos pobres de espírito que, do alto de suas vaidades e de um hedonismo corrompido, imaginam-se semideuses.

Creio que muitos de vocês, dedicados leitores, já tiveram o desgosto de passar por isso. A verdade é que “muitos são chamados, mas poucos são escolhidos”. (Mateus 22:14).

Essa é a realidade desse teatro mesquinho, sustentado por um jogo de interesses; situação na qual não cabem confiança, gratidão e lealdade.

O sistema cheira mal e gera asco.

(”Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder/ o que não dá mais pra ocultar/e eu não posso mais calar(…)”).

E, mesmo com toda a positividade que procuro exercitar, constato, com tristeza, que há algo de muito podre no reino da Dinamarca. Da Dinamarca?

*Sérgio Marchetti é consultor organizacional, palestrante e Educador. International Certification ISOR em Holomentoring, Coaching & Advice (coaching pessoal, carreira, oratória e mentoria). Atuou como Professor de pós-graduação e MBA em instituições como Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral, Rehagro e Fatec Comércio, entre outras. É pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e em Educação Tecnológica. Trinta anos de experiência em trabalhos realizados no Brasil e no exterior. www.sergiomarchetti.com.br

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A frase-título do livro é um manifesto da autora, a jornalista Carine Tavares, após dez anos acompanhando a memória do pai, o médico Clóvis Tavares, deixando o aos poucos.

Na contramão da doença – e para manter viva a memória do pai – Carine conversou com familiares, amigos, colegas de trabalho e pacientes. Um mergulho na história do médico que se tornou paciente.

Clóvis foi diagnosticado com demência subcortical isquêmica em 2016, o que iniciou uma peregrinação em busca de informações, especialistas e formas de aproveitar o tempo de lucidez do pai. Na obra, a autora desenha as fases da doença e conta sobre a fragilidade do atendimento e acompanhamento médico ainda pouco humanizados. Daí surgem sugestões para quem cuida de pessoas com demências conseguir navegar pelas dores e respiros trazidos pela condição.

Em “Eu sei que ele é”, Carine compartilha o que aprendeu nesta década sendo filha e cuidadora, enquanto busca manter vivas as experiências de Clóvis como pai, médico, amigo e entusiasta do sistema de saúde humanizado.

“Eu sei quem ele é” é um lembrete de que o impacto de uma vida dedicada ao próximo nunca se apaga. Ele permanece vivo na memória daqueles que foram tocados por seu cuidado. Isso é legado.” – Guilherme Tavares, publicitário, criador da capa e filho de Clóvis Tavares

Sobre a autora:

Carine Tavares é jornalista, escritora e especialista em produções especiais para audiovisual. Em quinze anos de Globo, foi produtora, chefe de reportagem, chefe de produção de rede e editora executiva. Produziu o documentário “Uma Gota de Esperança”, exclusivo do Globoplay. Também produziu e dirigiu edições do Globo Repórter em Minas Gerais. Atualmente é Coordenadora de Rádio e TV do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. “Eu sei quem ele é” é seu primeiro livro.

Vendas do formato físico pelo perfil do Instagram @oateliedehistorias. Ebook disponível na Amazon Kindle.

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Como sobreviver às mudanças?

por Convidado 13 de fevereiro de 2026   Convidado

*por Sérgio Marchetti1

Quando vejo a crueldade humana ultrapassando todos os limites — feminicídio, latrocínio, estupro — e o poder corrompendo pessoas, tornando-as más e desonestas, confesso que a descrença, às vezes, se impõe.

Nas organizações, o cenário também preocupa: assédio moral, relações agressivas e recordes de afastamentos por adoecimento mental. Esses fatos me desafiam profundamente, especialmente por atuar na Formação de Líderes.

Ainda assim, ao acompanhar estudos sobre liderança contemporânea, governança, gestão de pessoas, novos perfis de líderes e métodos de trabalho, percebo que há esperança. Mais do que isso: sigo alinhado às tendências mais atuais, pois tenho buscado desenvolver conteúdos voltados a uma gestão humanizada, com profissionais valorizados, motivados e genuinamente engajados.

A tecnologia transformou o mundo, a globalização encurtou distâncias e as pessoas passaram a viver de outras formas. Mesmo assim, muitos conceitos essenciais permanecem e seguem sendo alicerces sólidos.

No fim dos anos 1980 e início dos anos 1990, Peter Senge já nos falava da “Organização que Aprende”, sustentada por cinco disciplinas que continuam absolutamente atuais: Domínio Pessoal, Modelos Mentais, Visão Compartilhada, Aprendizagem em Grupo e Pensamento Sistêmico.

E não para por aí. Hersey e Blanchard, James Hunter, Dave Ulrich, Daniel Goleman, entre tantos outros, deixaram contribuições fundamentais. Modelos de liderança do passado seguem sendo a base da eficácia do líder exponencial de hoje.

A roda já foi inventada — e aprimorada inúmeras vezes. Girava nas carroças; hoje, sustenta aeronaves.

A liderança contemporânea, salvo raras exceções, desenvolve e capacita pessoas para que adquiram habilidades e conhecimentos capazes de gerar impacto real na vida pessoal e profissional. Assim, cria-se um ciclo virtuoso, contínuo, de aprendizado e resultados inovadores.

Ambientes assim despertam orgulho, reconhecimento e pertencimento. Tornam-se espaços saudáveis, com energia positiva, leveza nas relações e promoção genuína de bem-estar e felicidade.

E deixo aqui um recado aos líderes que me leem: a maior competência profissional — e também pessoal — é a capacidade de adaptação contínua.

O curso de Formação de Líderes e Gerentes começa no dia 3 de março.

Você está convidado.

Entre em contato.

Sérgio Marchetti

1. Sérgio Marchetti é consultor organizacional, palestrante e Educador. International Certification ISOR em Holomentoring, Coaching & Advice (coaching pessoal, carreira, oratória e mentoria). Atuou como Professor de pós-graduação e MBA em instituições como Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral, Rehagro e Fatec Comércio, entre outras. É pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e em Educação Tecnológica. Trinta anos de experiência em trabalhos realizados no Brasil e no exterior. www.sergiomarchetti.com.br

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Educação, saúde, segurança e trabalho são alguns dos grandes temas que povoam as cabeças de muitas pessoas com preocupações que chegam a tirar o sono, um dos pilares para a saúde mental. Observando e analisando o ponto da saúde, é importante lembrar inicialmente que a Constituição Brasileira estabelece em seu Artigo 196 que a saúde é um direito de todos e dever do Estado. Mas como se dá isso na prática a partir do Sistema Único de Saúde – SUS que é um referencial para quem tem foco em saúde pública?

Fica claro que o SUS atende a todos conforme a sua capacidade de processo. E isso abriu no mercado um espaço para atuação no setor privado da saúde, regulamentado e fiscalizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS. Mas quem tem poder aquisitivo suficiente para pagar um plano de saúde nas diversas modalidades e limites técnicos para consultas médicas, exames laboratoriais e de imagens para apoio ao diagnóstico, cirurgias, internações hospitalares em apartamentos individuais, no coletivo de uma enfermaria ou numa unidade de terapia intensiva – UTI se houver vaga?

Fernando Frazão / Agência Brasil

Segundo a ANS, existem atualmente no Brasil 53,3 milhões de pessoas com algum tipo de plano de saúde, que vão dos mais limitados até aos mais completos. Aliás, os preços dos planos aumentam todo ano em índices bem superiores à inflação anual medida pelo IPCA do IBGE.

Chamou minha atenção a campanha publicitária de um plano de saúde de grande porte oferecendo algumas vantagens de momento para que ex-clientes voltem a participar de algum de seus planos. Será que é fácil reconquistar um cliente perdido? Mas o fato é que está crescendo no mercado o número de planos de saúde populares que cobram mensalidades na faixa de R$50, com a primeira consulta a R$40 e R$80 a partir da segunda consulta. O negócio é ganhar no volume e não na margem.

Recentemente já no primeiro mês do novo ano, um participante de um plano dessa modalidade popular fez sua primeira consulta com uma psiquiatra após um encaixe em sua agenda. Tudo durou cinco minutos, tempo suficiente para ouvir a queixa do cliente, emitir a receita de um medicamento e marcar o retorno após três meses de uso do remédio. Vale lembrar que a Organização Mundial da Saúde – OMS recomenda que a duração mínima de uma consulta médica deve ser de 15 minutos. Como os fatos não deixam de existir só porque são ignorados, negados ou justificados, até quando os clientes das diversas modalidades de planos de saúde conseguirão pagar suas mensalidades?

Viva o SUS! Destino natural de quem precisa e quer saúde.

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Estamos vivendo os efeitos de eventos climáticos extremos, marcados pela intensidade e rapidez das chuvas e ventos com suas indesejáveis consequências. Se muitas são as causas desse fenômeno e poucas são as ações para recuperar os danos já causados ao clima da Terra em aquecimento crescente, é inevitável perguntar se haverá racionamento de água em Belo Horizonte e região metropolitana.

O período chuvoso começa a caminhar para o fim e brevemente as águas de março fecharão o verão. O nível de alguns reservatórios do sistema de abastecimento está abaixo dos 50%, conforme mostra o site da empresa concessionária dos serviços. Na mídia são cada vez mais frequentes as informações sobre falta de água prolongada em diversos bairros e suas causas são justificadas de maneira genérica, fugindo do que é fundamental na geração do problema.

Questionados sobre os investimentos na manutenção das redes diante de frequentes rupturas e a redução na pressão, o que mostram os cenários do planejamento estratégico? Considerando que os cenários são projeções sobre aquilo que o futuro poderia vir a ser para um negócio, qual é o cenário otimista, o pessimista e o mais provável?

Portanto, o racionamento do uso da água não pode ser descartado em função dos fatos e dados existentes, inclusive na não concretização do sistema de captação do Rio Paraopeba, que foi projetado para aumentar a segurança hídrica no abastecimento da capital e Região Metropolitana.

Imagem alusiva a água criada com auxílio de inteligência artificial

Imagem alusiva a água criada com auxílio de inteligência artificial

Vale lembrar que no último 25 de janeiro chegamos aos sete anos do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Além das centenas de mortes e dos impactos ambientais, a enxurrada de rejeitos também levou embora o sistema de captação e tratamento de água construído em seis meses. De lá para cá nada de mais significativo foi feito e não dá para negar que a vazão de até 5 mil litros por segundo projetada poderá fazer falta, pois as mudanças climáticas são inegáveis, as condições pioraram e o que nos resta é uma adaptação a elas.

É importante lembrar que, segundo o dicionário, racionamento é:

  • o ato ou efeito de racionar; distribuição controlada de recursos escassos.
  • Em contextos de crise hídrica ou energética, limitação do fornecimento de água ou energia elétrica.

Assim sendo, lembremos da Lei de Murici dizendo que “cada um cuida de si” e do dito popular anunciando que “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

E você, caro leitor, se sente preparado para viver e sobreviver num tempo de racionamento de água, logo a água que é vida?

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“Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”, disse o escritor inglês Aldous Huxley em seu livro “Admirável Mundo Novo”, lançado em 1932.

Meu ponto aqui é focar no modo como lidamos com os fatos e dados no microcosmo do nosso dia a dia. Uma coisa é acompanhar os temas que viralizam no conectado mundo digital, cheio das mais passageiras novidades de cada segundo. Dá para imaginar, por exemplo, o que se passa diariamente no anonimato das pessoas internadas num hospital, numa residência para idosos, num presídio, ou ainda numa ação policial fiscalizando a documentação de um veículo e seu condutor?

Vejamos o que aconteceu numa Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), num caso ocorrido no dia 1º de janeiro, feriado nacional. Foi numa residência para idosos em Belo Horizonte, com capacidade para atender 20 moradoras. O preço mensal é de seis mil reais, pagos até o quinto dia útil do mês em curso e não cobre gastos com plano de saúde, medicamentos e produtos de higiene.

Por volta das sete horas, a diretora e proprietária da residência recebeu mensagens de três cuidadoras de idosos informando que não teriam como cumprir a escala de trabalho daquele dia. A surpreendida diretora, que tem um alto índice de viração própria (IVP), passou a fazer contatos com cuidadoras diaristas cadastradas para prestar serviços temporários autônomos na residência. Uma delas disse que não sairia de casa naquele feriado por menos de R$400 a diária.

Como se vê nesse caso, a diretora teve que se virar para resolver o problema, inclusive cumprindo a função de uma das cuidadoras naquela emergência. Mas quais são as causas fundamentais desse problema, notadamente nas organizações humanas de micro e pequeno porte? Como você tem conseguido pessoas para prestar serviços de qualquer natureza em sua casa, em funções como empregadas domésticas, faxineira, passadeira de roupa ou jardineiro? Imagine como estão se virando para conseguir mão de obra os bares, restaurantes, padarias, sacolões e sorveterias de pequeno porte. É o que temos para constatar no momento.

Mas o que e como fazer para resolver esse problema? Será que surgirão propostas neste ano eleitoral?

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2026: O ano que pede lucidez!

por Convidado 18 de janeiro de 2026   Convidado

* por Sérgio Marchetti

O ano que se abre diante de nós no Brasil será, sem dúvida, desafiador. Um período marcado por eleições, disputas de narrativas, paixões exaltadas e por uma Copa do Mundo que, ao mesmo tempo em que une, também pode servir como distração. Não é um ano comum. É um tempo que pede lucidez.

Em contextos assim, somos constantemente convidados a escolher — e, muitas vezes, a fazê-lo no impulso, no medo ou na raiva. Mas decisões que moldam o futuro de um país não podem nascer apenas da emoção do momento. Elas exigem reflexão, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo.

Votar não é um gesto automático nem um ato isolado. É um posicionamento ético. É assumir que nossas decisões têm consequências que ultrapassam preferências pessoais, ideologias prontas ou discursos sedutores. Escolher candidatos é indicar caminhos para a educação, a saúde, a economia e a convivência social. É decidir que tipo de país estamos ajudando a construir — não apenas para nós, mas para as próximas gerações.

A Copa do Mundo traz alegria, pertencimento e esperança. Que ela nos lembre da força da coletividade, do trabalho em equipe, do respeito às diferenças e da importância de um projeto comum. Mas que não nos faça esquecer que o futuro do Brasil não se decide em noventa minutos, e sim nas escolhas conscientes feitas ao longo do ano.

Este é um tempo de mais escuta e menos ruído. De mais perguntas e menos certezas absolutas. De sair do automático e assumir, com maturidade, o nosso papel como cidadãos.

O Brasil que desejamos não nasce apenas dos candidatos que elegemos, mas do nível de consciência com que os escolhemos. Que este seja um ano em que a responsabilidade fale mais alto do que a polarização, e a consciência pese mais do que a distração.

*Sérgio Marchetti é consultor organizacional, palestrante e Educador. International Certification ISOR em Holomentoring, Coaching & Advice (coaching pessoal, carreira, oratória e mentoria). Atuou como Professor de pós-graduação e MBA em instituições como Fundação Getúlio Vargas, Fundação Dom Cabral, Rehagro e Fatec Comércio, entre outras. É pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e em Educação Tecnológica. Trinta anos de experiência em trabalhos realizados no Brasil e no exterior. www.sergiomarchetti.com.br

Sérgio Marchetti

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